
Trecho recém “requalificado” da rua Estados Unidos.


Trecho recém “requalificado” da Alameda Pres. Taunay e é incrível a dificuldade que a prefeitura tem de criar áreas verdes e ambientes agradáveis. É só concreto. Horroroso.

Longe de representar uma verdadeira conversão de votos e até mesmo uma vitória nas eleições, Augusto Cury, pelo menos por enquanto, já tem motivos para comemorar.
Após o debate ocorrido na TV Band no último domingo, 23, o candidato já soma quase 2 milhões de novos seguidores no Intagram. Somando com os 8 milhões que ele já tinha, são mais de 10 milhões de seguidores, colocando o candidato entre os 10 maiores detentores de seguidores desta eleição, lado a lado de figuras conhecidas como Flávio Bolsonaro (11,4mi).
Apesar da ascensão expressiva ter sido ocasionada pelo debate em TV de cadeia nacional, ela merece destaque por três motivos especiais:
1 – candidatos com grande número de seguidores, dificilmente conseguem obter números proporcionais muito expressivos, pois possuem uma base consolidada. Cury, apesar de já ter 8 milhões de seguidores, aumentou sua base em +23,60% nos últimos 30 dias. Um feito extraordinário.
2 – nenhum outro candidato conseguiu chegar perto. Entre os principais nomes, Renan Santos cresceu 18%, mas isso significa 382 mil novos seguidores. O número tímido. Demonstrando que, de fato, Cury é um diferencial nesta corrida.
3 – Augusto Cury ainda não participou da sabatina do Jornal Nacional que possui abrangência muito maior do que a Band. Outros candidatos como Renan Santos, Lula, Ronaldo Caiado e Zema, já participam e mesmo assim não conseguiram convencer o eleitor. Zema, inclusive, foi o único entre todos os candidato que perdeu seguidores nos últimos 14 dias. Com sua participação no Jornal Nacional, Cury deverá aumentar ainda mais sua base. Soma-se ainda o fato de Cury não ser de muitas polêmicas, algo que costuma ser o calcanhar de Aquiles para os candidatos nas sabatinas do Jornal Nacional.
Obviamente que seguidores não são votos. O resultado será só nas urnas. Mas se Cury continuar sua trajetória, até aqui bem sucedida, poderá representar uma terceira via significativa nestas eleições.
O problema é que no Brasil a terceira via dificilmente ultrapassa os 20% do eleitorado, enquanto o restante de digladia entre os dois lados mais polarizados do tabuleiro.
Vale destacar que alcançar 20% seria um feito histórico. Cury poderia dizer que saiu de uma eleição vitorioso, mesmo sem ter vencido.

A Prefeitura de Curitiba anunciou ontem a assinatura de um protocolo de intenções com o BNDES visando estruturar uma Parceria Público-Privada para enterramento da fiação elétrica e de telecomunicações na cidade.
O projeto prevê 120 quilômetros de redes enterradas ao custo estimado de R$ 1,2 bilhões.
A iniciativa é mais do que nobre. A fiação exposta deixa nossas cidades feias, sujas, perigosas – visto que grande parte da fiação é roubada, arrancada e fica exposta. Com certeza será um projeto muito bem-quisto pelos curitibanos.
Um número, porém, chama a atenção. R$ 1,2 bilhões para 120 quilômetros. Isso significa aproximadamente R$ 10 milhões de reais por quilômetro enterrado. Se perguntarmos ao google qual o custo médio de pavimentação de uma rua, ele responderá que é de aproximadamente R$ 1 milhão. Ou seja, enterrar um fio custa 10x mais do que pavimentar a rua inteira. O que explica isso?
Por fim, se nossas ruas tivessem mais árvores a fiação não incomodaria tanto, mas Curitiba insiste em viver na ilusão de acreditar em ser uma cidade arborizada.

Tem sido incrível a quantidade de motoristas passando no sinal vermelho em Curitiba. Não sei o que pode estar acontecendo, pois era algo que nunca acontecia. Hoje vejo isso acontecer duas, três vezes por dia. Aos motoqueiros então, é como se o sinal não existisse. Lamentável. Precisamos fazer algo.
É com uma adaptação do poema de Charles Baudelaire que Kauê Persona inicia sua avalanche teatral com peça Línguas de Dragão, com direção de Roddrigo Fôrnos e em cartaz em um teatro adaptado na rua São Francisco, 179, em Curitiba.

Uma hora e meia de uma apresentação onde o ator e público quase não respiram. Assistir Kauê falando e interpretando Paulo Leminski, agora em um monólogo que derivou da sua última apresentação em Cabaré Haikai, é, sem sombra de dúvidas, como um elixir cultural dos dias atuais. Como é bom saber que ainda tem coisa MUITO BOA sendo feita por aqui.
A peça segue em cartaz até o próximo dia 30/08 nas quintas e sextas às 20h, sábado às 18h e 21h, e por fim no domingo às 18h.
Se você mora em Curitiba, essa programação é obrigatória.
Os ingressos estão a venda aqui.

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Inspirado no ponto clássico da Praça Osório, onde engraxates, senhores da cidade e figuras públicas debatiam política enquanto davam brilho aos sapatos, o blog traz esse espírito para o ambiente online. Conversa franca, crítica responsável e olhar atento ao cotidiano urbano.
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